sábado, 12 de março de 2011

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Deito-me na relva molhada , tomo banho desta chuva miudinha , solto os meus cabelos ao vento e sinto esta brisa fria . Tentarei ser a luz no escuro so com um esqueiro , a lua desaparece entre as camadas de névoa . Faço tempestades em copos de agua . Associo o preto e o branco á minha vida ... Guardei pequenos objectos de grande valor no meu sotao, um sotao velhos com as madeiras a estalar , os metais rangem , pelas frichas sopra o vento , e ah imensos ruidos , sobretudo de noite , e em noites de tempestade torna-se deliciosamente assustador , enrriquecer a imaginaçao , Ganho asas imaginarias e livro-me daqui , tento adormecer ao ar livre , com pingas de agua doce na cara . As minhas palpebras ficam cada vez mais pesadas ... A teimosia é demasiada, a agitaçao esgotasse , era escusado tanto cansa-so , darei asas a minha imaginaçao ,sonharei com todos os sentidos , o cansa-so tomou por fim conta do meu corpo ...Voltarei a acordar , pensar nao vale a pena , agir é mais eficaz vou agarrar-me ao piano , vou juntar varias palavras á toa ... Gastei demasiasas palavras e frases , fugi á solidao , queria sentir o coraçao bater , queria sentir borboletas no estomago . Estou incredula , porque mudaram a minha mente , joguei ah sorte e saiu-me a sorte grande , oque era assustador , oque me perturbava...Deixou de me perturbar , deixei de me intimidar por causas menore ...Irei desarrumar aquilo que guardei... Vou acabar este texto com um ponto final , abrir os olhos , apanhar o cabelo e sair desta chuva , porque se fez SOL .

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